Paula Fernandes - Na Revista Contigo!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Ela fala “uai”, é tímida, doce, uma menina. Mas não dispensa uma boa pitada de sensualidade – sempre ressaltada por vestidos justos e curtos, que deixam seus pernões e a microcinturinha em evidência. Fica ainda mais sexy quando solta o vozeirão, meloso e forte, embalado por suas músicas românticas. A mineirinha Paula Fernandes, 27 anos, encantou Roberto Carlos, 70, em seu especial de fim de ano em 2010 e está conquistando o Brasil e o mundo. Com 19 anos de carreira, foi considerada a cantora revelação de 2011 e já é a recordista de vendas do ano, com 1,4 milhão de discos vendidos. Recentemente, recebeu indicação ao Grammy Latino, quando foi para Las Vegas, Estados Unidos, em sua primeira viagem internacional. Paula recebeu a CONTIGO! nos bastidores de seu show no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, na quinta-feira (17). Feliz em sua terra, onde começou a cantar aos 8 anos, falou de coisas simples, mas de muito valor para ela, como a casa que acabou de comprar para morar com a família, da falta que sente de namorar, do sonho de ter uma fazenda. Admitiu que é muito certinha, mas “de santa eu não tenho nada”, disse, aos risos.

Você se acha certinha demais?

Muito! Eu até adoeço por ser tão perfeccionista. Eu me cobro muito. Acho uma coisa boa ser disciplinada, mas sou até demais, sabe? Não fumo, não bebo, não uso drogas. Nunca quis ser a certinha, mas sou assim. Sou de família tradicional mineira (ela é de Sete Lagoas), tive aquela coisa de namorar em casa. Mas não sou careta, sou um pouco de cada coisa.

Fala palavrão?

Claro que falo! De santa eu não tenhonada. Nunca fui santa. Tenho muito estresse, ansiedade. Com 19 anos de carreira, estou muito mais tranquila em relação ao trabalho. Mas, na vida pessoal, de vez em quando acontece de eu acabar me exaltando, como todo ser humano normal. Não sou perfeita. Sou brava, exigente.

Você foi uma menina namoradeira?

Não. Tive um namorado. Meu primeiro beijo foi com 19 anos. Tardiamente, mas não me arrependo. Foi meu primeiro namoradinho, quer dizer, namoradão! Nós convivemos quatro anos e três meses. Acho que ele já se casou, mas tenho muitas boas lembranças. O amor não acaba.

Como é estar sem namorar há tanto tempo? Sente falta?

Sinto falta, sim, mas a pessoa vai aparecer naturalmente. Não estou à procura. Não sei se vai ser alguém do meu meio. Esse rapaz que eu namorei era ferramenteiro, trabalhava com montagem de veículos, não tinha nada a ver com o meu trabalho, mas tinha muito a ver comigo.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA EDIÇÃO DE CONTIGO!, NAS BANCAS A PARTIR DESTA QUARTA-FEIRA (23)

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